Na estrada pelo Texas #6

O Harvey deixou sequelas por todo o Texas, principalmente na parte este. Era para lá que íamos para depois cruzar para o México. Lemos que as estradas por onde íamos estavam em condições para conduzir e seguimos caminho.

Deixamos Nova Orleães, passamos por Baton Rouge, Lafayette e continuamos. Ainda não tínhamos chegado ao estado do Texas e já víamos sinais de que a estrada estaria cortada. Tivemos que optar por outro caminho, conduzimos para norte para depois descer para o texas. Nesse percurso em cada estrada secundaria estava um carro da polícia que não deixava passar.

Como nós seguiam muitas outras pessoas. E tivemos oportunidade de ver o lado solidário dos americanos.
Tínhamos lido histórias de amor que o furacão Harvey tinha trazido.

1 – Jim McIngvale tem duas lojas de móveis e decidiu dar uso as suas camas e colchões abrindo as lojas e convidando as pessoas sem casa a ficarem lá. Até colocou à disposição os seus camiões e camionistas para ir buscar as pessoas. Acabou por dar abrigo a mais de 800 pessoas.

2 – Civis com barcos foram salvar pessoas, não só civis do texas mas de outros estados que pegaram nos seus atrelados e conduziram para o Texas para salvar e resgatar pessoas.

3 – Matthew Otero com a ajuda de um gerador e da sua família manteve a sua loja de Donuts aberta para fazer donuts e café para ajudar aqueles que precisavam de força para recomeçar depois do furacão.

Vimos carrinhas pick-up com a mala cheia de móveis para doar, atrelados carregados garrafas de água. Um casal que nos emocionou e que seguia com um atrelado com feno mais a sua pick-up com de água e que escreveu “da Carolina do Sul para o Texas”. Teria sido como nos irmos até à Alemanha para doar feno… é preciso ter muito amor.

Fizemos assim os 6.000kms com a certeza de que nem todo o mundo está interessado nos saltos da primeira dama dos Estados Unidos, muitos estão ocupados a tentar ajudar e deixar o mundo um lugar melhor

Balanço #4 e #5

Ou alguns percalços, a mais de 3.000km, antes de chegar a Washigton tivemos que mudar o alternador.

Não sabemos se foi por culpa disso mas compramos um carregador de isqueiro que tem duas entradas USB e duas tomadas, íamos com tudo a carregar: bateria da câmara, telemóvel , powerbang e computador. De repente, deixou de dar, achamos que tinha sido o nosso super carregador. Ok, comprávamos outro. Mas passado pouco tempo apareceu no painel a luz de “check engine”. Raios-parta-esta-merda! Como estávamos na nacional foi fácil parar e perguntamos a um miúdo, com pouco mais de 16 anos, onde havia um mecânico perto. Ele super prestavel disse onde era e até ligou para o pai dele a saber se ainda estaria aberto. Acabou por nos levar até lá. O mecânico viu logo que era o alternador. Fomos à vila mais próxima comprar um, a carrinha ia andando sem problemas, dormimos por lá e no dia seguinte voltamos ao mecânico. Ele mudou o alternador, verificou todos os líquidos, tranquilizou-nos, dizendo que o barulho do motor estava ótimo.
Perfeito, seguimos viagem.

Fomos andando para Sul, tínhamos como missão ir a Ashville na Carolina do Norte, e depois seguir para Nova Orleães. Pouco depois de passarmos Washigton, ainda não tínhamos chegado aos 4.000 km, sentimos que o mamute começava a tremer muito nas mudanças mais baixas. Como estávamos a fazer muitas subidas, aquilo estava a assustar-nos.

Era sábado, paramos num local com vários reboques, e um senhor veio amavelmente ter connosco. Dissemos-lhe o que nos preocupava e ele rapidamente viu o que era a “U-joint”, uma peça que ajuda a levar as mudanças para a parte de trás. Disse que podíamos ir até à vila mais próxima mas que devíamos mudar lá. Não nos cobrou nada pelo diagnóstico. Chegamos e compramos a peça, fomos a um mecânico que nos indicaram na loja que mudou a peça no próprio dia. Mas gostamos da vila, era pequena, com vários restaurantes locais e apeteceu-nos pernoitar por ali.
No dia seguinte, demoramos a sair, era domingo. Fomos almoçar umas almôndegas maravilhosas e ver a vida da vila. Saímos, e devemos ter feito 10km, o mamute começou a tremer todo, paramos imediatamente. Vimos que não ia dar para continuar e que tinha sido um trabalho mal feito pelo mecânico. Era exatamente o mesmo problema, mas agora ainda estava pior, porque nem nos deixava seguir viagem, o cano estava todo no chão.
Reboque, era a solução. Olho para o telemóvel: sem redes disponiveis. Raios-parta-esta-merda #2! Civilização pouca, fomos a um parque de trailers, conseguimos falar com um senhor que nos tentou ajudar mas ao Domingo: tudo fechado. A mulher veio chamá-lo porque estávamos a interromper o almoço deles. Só nos restava ir a pé: 10 km até à vila. Tentamos que alguém parasse, ninguém.

Começamos a caminhar, encontramos um centro de saúde e fomos pedir para nos chamarem um táxi: domingo, não há táxis disse-nos a recepcionista. Há um senhor que se apercebe que precisávamos de boleia e leva-nos até à vila. Fomos à loja onde tínhamos comprado a peça, tentam falar com o mecânico. Ele diz que não está na cidade. Chamam-nos um reboque que primeiro nos veem buscar e depois vai connosco até ao mamute. Passamos a noite de domingo à porta do mecânico. De manhã, resolve-nos o problema. Diz que a peça que tínhamos comprado veio com defeito. Promete-nos que não volta a passar. Seguimos viagem, esquecemos Ashville, queremos chegar a Nova Orleães. Avançamos para a auto-estrada e vemos passar: Norte Carolina, Alabama, Mississipi, … em cada estado saímos pelo menos uma vez da auto-estrada para ver algo que faça valer a pena os quilómetros.

Chegamos aos 5.000 e esperamos que o mamute continue a mostrar a sua valentia.

 

Balanço #3

3.000 kms, feitos entre Nova Iorque e Washigton.
Uma vez mais optamos por nacionais. Há muitas auto-estradas sem pagar, mas pela nacional a viagem tem outro sabor.
Temos mais alguns números em acumulado:

1 Casamento
2 Casais maravilhosos que conhecemos: Amanda e Danielli, Lipaz e Reem
3 Grandes cidades visitadas: Toronto, Montréal, New York
4 Hamburguers comidos em 1.000 kms, o que faz 10 no total da viagem, 5 cada um.

2 sabores que não vamos esquecer: Mac n’cheese num restaurante típico nas montanhas do estado de Nova Iorque e a pizza que comemos ao sair do autocarro em Nova Iorque.

Durante estes últimos 1.000kms lemos 0 páginas, não lavamos uma máquina de roupa, não houve um dia sem internet e temos 0 gelados a acrescentar à lista, o bolo de limão que falei aqui não conta

Van, Fujifilm, worldyouneedislove

Balanço #2

E  vão mais 1.000km, somamos 2.000km.

Desde os últimos 1.000 a realidade é que não temos muitos números, andamos a percorrer o interior do estado de Nova Iorque e vimos um Estado que vive ofuscado pelo nome da cidade quando tem tanto pra dar.

1 fronteira terrestre – passamos a primeira, temos familiares e amigos que nos disseram que na fronteira era negócio, que não valia dizer piadas, nem tentar ser simpáticos. Confesso que a 10km já comecei a ficar nervosa. Tinha lido algumas coisas e mesmo outros sites que indicavam um tempo na fronteira de na média 1h30. Não podíamos levar sementes, carne ou outros produtos, comida de animal,…. mas com os nervos nem deitamos nada fora. Chegamos lá, com passaportes na mão, a Duna presa para evitar escândalos, e certos de que nos iam revistar a carrinha toda.

Dodge, Fujifilm, worldyouneedislove
Vintage dodge, o mamute.

Fomos por Montreal, e foi uma ótima decisão: não apanhamos fila, tínhamos uns 4 carros à nossa frente. Viram os passaportes, o da Duna também. Perguntaram-nos onde íamos e se o carro era nosso, disseram-nos que íamos ter que parar mais à frente porque  iam carimbar os nossos passaportes. Fomos, saímos do carro, ficaram com a chave da carrinha. A Duna ficou lá dentro. Esperamos por ser chamados, 5 minutos. Perguntas normais: o que fazemos em Portugal, o que íamos fazer, porque começamos no Canadá, se já tínhamos sido presos, até quando pensávamos ficar no país, com quanto dinheiro viajávamos, e aí confessamos o nosso crime: tínhamos alguma comida no carro, não reagiram! Sempre sérios. E nós também.  Tiram foto, tiram impressões digitais, perguntam se temos o ESTA, Temos que pagar $6 cada. Pela Duna não pergunta, nem pelas vacina da raiva. Dão-nos um papel para levantarmos a chave, pensamos pronto, agora é quando revistam a carrinha, já o estavam a fazer a outros carros. Entregam-nos a chave, pergunto: podemos ir? E ele responde: sim, claro! Tinham passado 20 minutos.

Duna, Fujifilm, worldyouneedislove

Saimos da auto-estrada na primeira estação de serviço e a paisagem mudou logo… deixamos de ter o Tim Hortons e passamos a ter Dunkin Donuts. A gasolina deixou de custar $1.12 CAD por litro e passou a custar $2.40 por 1 galão. Fizemos o percurso por nacional. E dormimos a primeira noite no mamute fora de um parque de estacionamento! Finalmente!

Todas as fotos com Fujifilm X T-2

Van, Worldyouneedislove, fujifilm

De viagem até Montreal

Depois de Niagara Falls voltamos a Toronto! Queríamos visitar os meus tios que estavam em Portugal de férias e que ainda nao tínhamos visto por aqui! Fomos jantar, e aproveitamos para lavar roupa e tomar um bom banho! Obrigado!
Skater in Montreal
Saímos de Toronto, finalmente deixávamos a província de Otava e entrávamos no Quebec! Conduzimos até as 02:00 da manhã. Temos uma regra que é não conduzir de noite mas no Canadá isso não representa qualquer perigo. Dormimos um pouco numa estação de serviço, conduzimos o resto do percurso e chegamos a Montreal!
Flat, Fujifilm, Worldyouneedislove
Montreal flat
Estacionamos o mamute e mal tivemos internet foi logo para pesquisar o que se come por aqui.
Dica: a cidade tem internet grátis em imensas ruas, o que é ótimo para alimentar as redes sociais!
Para nossa surpresa, o restaurante número 1 do Zomato, sem filtrar por valor nem nada é um restaurante de frango de churrasco português! Bom sinal! Mas  não íamos comer frango português! Ainda não temos assim tantas saudades de casa. Mesmo assim, por curiosidade passamos à porta e havia fila…. Procuramos o segundo melhor e é um restaurante cuja especialidade é Poutine.
Poutine são batatas fritas servidas com uma espécie de molho de assado, a que chamam “gravy” e com queijo por cima. Depois podemos juntar-lhe o que quisermos, nós estávamos esfomeados então escolhemos dois diferentes, um com carne picada, pepperoni e bacon e outro com tomate, marquesas e cebola. Tudo impróprio para vegetarianos.
Antes de sairmos de Aurora uma querida amiga deu-nos uma garrafa de vinho para celebrar e decidimos que tinha chegado o momento. O vinho é do Canadá que tem criado a sua própria região vinícola e nós não ficamos nada desiludidos! A primeira vinha no Canadá foi plantada em 1859, poucos acreditavam nas regiões mais a norte para a plantação da uva, mas a realidade é que é na “British Columbia” que o vinho se tem destacado.
Mas voltando ao  Poutine: estava incrível!, imaginem uma francesinha toda desfeita por cima de batatas fritas e sem pão, era isso mesmo! Para quem nos segue no instagram viu a fila de pessoas para jantar no La Banquise!
Dog, street. Fujifilm
Street dog at montreal
No final ainda demos uma volta pela cidade e não podíamos ter ficado mais apaixonados pelo ambiente que se sentia nas ruas. Apesar de estarmos ainda no Canadá sentimo-nos próximos da Europa!
A manhã do dia seguinte foi passada a planear a nossa aventura nos USA. Com este atraso da carrinha tivemos que mudar um pouco o percurso e vamos deixar de visitar: Las Vegas, São Francisco e Los Angels. Talvez daqui a dois anos (sempre a pensar na próxima viagem)!

E depois voltamos a cidade! Não percam o próximo post com o que andamos a ver!

todas as fotos tiradas com Fujifilm X-T2

Os nossos 15 dias…

Hora de balanço #1

Já passou um mês desde que chegamos. Atingimos a meta dos 1.000km e queremos partilhar alguns números com vocês.
Plan Worldyouneedislove , Fujifilm
Planning
0 – número de dias sem qualquer acesso à internet
1 – número de vezes em que nos sentimos mesmo estrangeiros – quando chamamos uma raposa e era um coiote
2 – livros que a Sofia leu: As sete maravilhas e a história de Terry Fox
3 – número de vezes que a Sofia chorou: quando a carrinha avariou, quando a carrinha pegou e ao despedir-se dos amigos de Sudbury
4 – número de dias seguidos sem tomar banho, em nossa defesa foi quando a carrinha avariou e estávamos ainda meio perdidos com tudo
5 – coisas a que começamos a dar valor: Tomar banho numa casa de banho só para nós; o barulho da carrinha a pegar; sair das cidades; ser convidado para jantar; café
6 – número total de hambúrgueres comido pelos dois, 3 cada 🙂
7 – pessoas novas que conhecemos e que já nos marcaram
8 – número de gelados que já comemos os dois, a balança aqui está desequilibrada – 5 para a Sofia e 3 para o Ivo.
Burguer, Fujifilm,
One of our meals

Todas as fotos com Fujifilm X T-2

Van drone image

Início demorado

Começamos está viagem muito otimistas, cheios de mensagens positivas de amigos e conhecidos. “Vai correr bem”, e vai!

Mas, este início não podia estar a ser mais desafiador. Se nos seguem nas redes sociais sabem que o nosso mamute avariou depois de 400km.
Conduzimos até Toronto, fomos a little Portugal, e decidimos voltar para trás para uma cidade chamada Aurora onde nos disseram que poderíamos ver um lindo por do sol.

Van in the Canadian tire

No dia seguinte, a carrinha não pegou. Ligamos cabos de bateria, e nada, não pegava por nada. Chamamos o reboque que nos trouxe para o Canadian Tire, e lá tentaram resolver. No primeiro dia, trocaram uma peça, e nada. Não resolveu. No segundo dia, outro mecânico, o Chad, tentou nova peça e nada. Começamos a temer o pior, os mecânicos disseram-nos que não havia hipótese. Se não era melhor enviar a carrinha para a sucata. Não! A carrinha é perfeita para nós: cama, cozinha com frigorífico, fogão, micro-ondas, casa-de-banho, 4 lugares para as visitas. Recusamo-nos. O mecânico disse que deveria ser o “pcm”, o nosso correspondente a centralina. Mandou pra arranjar porque não é fácil comprar um novo por aqui. Disseram que era impossível arranjar. E com isto já tinha passado uma semana desde que aqui chegamos.
Procuramos no eBay, encontramos nos Estados Unidos. Mandamos vir dois. Pelo meio mais um fim-de-semana e desta vez um prolongado, com feriado e tudo.

Van
Parking lot

Ficamos aqui a viver no parque de estacionamento. Não queremos sair do pé da carrinha porque aqui temos tudo, a Duna já a adotou como casa.
Tentamos ir a Toronto um dia, mas a Duna fica muito nervosa em autocarros cheios de pessoas. Demos uma entrevista ao jornal local e assim fizemos novas amizades.

Aurora é uma cidade pequena, com boa qualidade de vida. Pessoas muito amáveis como a maioria dos Canadianos.

Duna relaxing, Worldyouneedislove, love, fuji
Duna relaxing

O local onde estamos e onde está o Canadian Tire tem um ginásio, supermercado, loja de animais, cinemas. Acabamos por ficar bem servidos e apesar de tudo, tivemos sorte onde nos avariou a carrinha.
Nesta espera o momento alto dos nossos dias é ir comprar o almoço e o jantar. Fizemos do Canadian Tire a nossa sala de estar. É permitido levar animais, o que nos ajuda para tirar a Duna do calor nos dias em que este se faz sentir. Lá temos café, água, e TV. Os empregados já sorriem quando nos veem. Dizem que vão ter saudades nossas.

Oh the van

Por cá ainda aguardamos a centralina, e esperemos que nos resolva o problema.

Todas as fotos com Fujifilm X-T2

Sudbury rainbow routes walk

Sudbury Food Tour

 

A carrinha, finalmente

A carrinha foi  uma das principais responsáveis  por nos colocar os nervos em franja na preparação da viagem.

Foram surgindo várias alternativas: levar a carrinha já preparada de Portugal, comprar uma carrinha na América do sul – o Chile é famoso por esses negócios, comprar uma carrinha no Canadá.

Como queríamos viajar sempre no verão e acabamos por adiar a viagem para Julho, só nos restavam duas opções. Começamos a pesquisar no site kijiji, espécie de olx do Canadá e vimos que se tivéssemos sorte conseguiríamos um bom negócio

Os canadianos gostam de ter a sua autocaravana. Com um pais deste tamanho cheio de inúmeras belezas naturais, eles adoram ir para os lagos ou até dar uma fugida aos USA com a sua casa. Assim comprar uma usada não seria difícil

Por outro lado não queríamos nenhuma que fosse muito grande, não só porque seria mais dispendioso em termos de combustível mas também porque queríamos saber que não tínhamos problemas em chegar a sítios mais longínquos com estradas feitas para carros menores.

Encontramos alguns negócios muito interessantes mas mal ligávamos já tinham sido vendidas. A sério, parece pão quente a sair.
Felizmente, o meu pai tem bons amigos e tínhamos um deles a ajudar-nos com esta busca. Na sexta-feira antes da nossa saída, mandei uma última carrinha para ele ver. No fundo, já tínhamos tudo planeado para em Toronto alugar um carro e viajar com ele pelas aldeias à procura de bons negócios.
No sábado o nosso amigo ligou-nos e disse que era impossível que o dono já a tinha prometido a um amigo de um amigo. E quando estávamos a partir, no momento que resolvíamos  a nossa chatice com a SATA mesmo na hora de embarque, podem ver aqui, volta a ligar e diz que o fulano está disposto a vende-la a nos.

Que alívio, começar a viagem com uma carrinha. A sorte protege os audazes.
Mas não sabíamos se a carrinha estava boa ou se iam ser precisos muitos arranjos. Estava em bom estado, ao chegar a Sudbury, onde está o nosso amigo, coloca-nos logo ao corrente. Foi mesmo um amigo a sério e deixou no mecânico  da empresa dele a arrajar, só que não demorou apenas uma semana como inicialmente previsto, mas duas.

Fomos ver a carrinha: uau! Bancos super confortáveis, grande cama atrás, chuveiro, wc, fogão, microondas, ar condicionado… uma casa sobre rodas.

E para mim, o melhor de tudo é ser automática. Aqui eles não ligam muito às pão-de-forma, gostam mais das carrinhas como a nossa, e é giro ir na estrada e ver como as pessoas sorriem para nós.

Entretanto vamos fazer umas dicas úteis sobre este processo do carro.

Worldyouneedislove dodge

Prometemos mais fotos do “mamute” em breve!

Todas as fotos tiradas com Fuji X-T2